terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Maybe we found love right where we are




"That baby now
Take me into your loving arms
Kiss me under the light of a thousand stars
Place your head on my beating heart
I'm thinking out loud
Maybe we found love right where we are

Darlin' I will be lovin' you
Till we're seventy
Baby my heart could still fall as hard
At twenty three"  
 Thinking Out Loud - Ed Sheeran


Piegas! Eu, será?
Quando falamos de sentimentos não se pode clamar pela razão. Somo incontrolados, entorpecidos pela paixão. 

Essa parte a gente já conhece, mas e o amor?
Este é construido no dia a dia, depois do happy end.
Sem idealizações ou conceitos pré concebidos.
Processo de crescimento e maturidade.
Quando você consegue equilibra a convivência entre defeitos e qualidades.
Porque vocês se conhecem e mesmo assim se permitem amar, pois podem conviver com os defeitos um do outro. Quando a realidade toma forma. Sem ilusões. Quando os pequenos atos são alimento. Só é possível amar por tanto tempo se você se conhece de verdade e permite-se conhecer o outro. Se você se revela integralmente como é. Sem maquiagem, aqui digo no termo figurado, sem uma roupagem não casual. Sem projeções de modelos imaginários. E mesmo assim consegue amar o outro, com seus defeitos, suas manias, seu jeito de ser. O amor se alimenta das pequenas coisas. Aquele sentimento que cresce e se fortalece na verdade, na transparência, na ausência de máscaras, no ser você, no revelar-se, no consentir, no ajudar, no crescer. E assim, será duradouro. Será plausível. Será real. Em cada momento.



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