quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

FANTOCHE NÃO MAIS





Aquele dia eu fiz uma promessa. De jamais ser um fantoche.
As rédeas da minha vida agora estavam em minhas mãos.
Ninguém mais, nenhum ser vivo, teria o poder de me dizer: o que sou, o que quero, o que desejo, o que faz o meu eu, minha autenticidade. 

Aquele tempo de apatia se foi. Um período improdutivo, de negação, de ausência. Se foi, enfim. Seja o que for, seja como te faça.
                                              
Bobo, ridículo, feliz, largado, o que for.

A alma anceia. Ela precisa ser alimentada pela originalidade, pela liberdade, pela falta de julgamentos. Precisa do prazer da simplicidade, da ausência do peso da preocupação, precisa de você: livre.

E as suas ações podem não fazer sentido, mas o crescimento das asas irá provar que quem está errado não é você, não mais. 
As linhas serão cortadas. Você estará no controle. 

Você será mais, bem mais que um ser enraizado, ligado a correntes. Lá vai, agora bem mais veloz, confiante, alçando novos voos. 
Livre. 
                                         

Nenhum comentário:

Postar um comentário